21/02/2011

OPINIÃO GEOPOLÍTICA

Ante aos acontecimentos da geopolítica mundial, nos quais ditaduras estão caindo devido a pressões populares, fica mais evidente que não há necessidade de intervenções de forças externas e que se deve respeitar, sobretudo, a soberania de qualquer nação.

As nações, Quais quer que sejam elas, não são apenas territórios, mas constituem-se de entrelaçamentos sociais dos mais diversos, que são capazes de vislumbrar e expressar sentimentos dos grupos humanos que os constituem. Vistas desta forma as nações são plenamente capazes de solucionar os “problemas” inerentes a si mesmas.

Para além da corrupção na qual as ditaduras estão embebidas (mapa), um grande mal que se impõem a natureza humana é o cerceamento das liberdades individuais, este pode durar o tempo que for, mas está fadado ao desmoronamento, justamente por ir de encontro a dita natureza humana. Veja abaixo o que Karl Marx escreveu a esse respeito:

Tanto a liberdade é a essência do homem que mesmo os oponentes a implementam, enquanto negam sua realidade; ele querem se apropriar, para si mesmos, como um mais que precioso ornamento, daquilo que rejeitaram da natureza humana. Nenhum homem combate a liberdade; no máximo, combate a liberdade dos outros. Portando, todos os tipos de liberdade sempre existiram, apenas que às vezes como privilégio especial, às vezes como direito universal. (Karl Marx, 1842).

Clique no mapa e tenha uma melhor visualização das informações.
Abaixo as informações espacializadas no mapa:

Jean-Claude Duvalier (Baby Doc)
Presidente do Haiti
(1971-1986)
US$ 5,7 Bilhões

Zine El Abidine Ben Ali
Presidente da Tunísia
(1987-2011)
US$ 1,7 Bilhão

Hosni Mubarak

Presidente do Egito
(1981-2011)
entre US$ 40 e 70 Bilhões

Ferdinad Marcos

Presidente das Filipinas
(1965-1986)
entre US$ 5 e 10 Bilhões

Carlos Salinas

Presidente do México
(1988-1994)
US$ 110 Milhões

Sani Abacha

Presidente da Nigéria
(1993-1998)
entre US$ 3 e 5 Bilhões

Mobutu Sese Seko

Presidente da Republica Democrática do Congo
(1965-1997)
US$ 7 Milhões




07/12/2010

Principais novidades do ArcGIS 10 desktop!

ArcGIS 10 é um grande release que inclui uma série de novas funcionalidades. Há um folder com as novidades e também o tópico no site sobre o tema.
Veja abaixo um sumário das principais novidades:

  • Interface com o usuário – Uma nova interface proporciona ao usuário um aumento considerável em produtividade. Várias janelas são “dockable” e você pode oculta-las facilmente, privilegiando a visualização do mapa. Os menus estão melhores estruturados, facilitando o encontro de funções.
  • Edição – O novo workflow de edição do ArcMap permite a criação de templates para edição. Isto dá a possibilidade de o usuário pre-configurar a maneira com que deseja editar suas informações. Os usuários não precisam mais adicionar uma feição e depois definir atributo e simbologia. Agora é possível simplesmente selecionar o tipo de feição, atributo e símbolo antes de começar o trabalho. Muitas outras melhorias forma adicionadas incluindo snnaping e a forma como os menus são acessados.
  • Edição em 3D com ArcGIS 10 (requer 3D Analyst): O ambiente de edição padrão está disponível dentro do ArcGlobe e do ArcScene e permite a criação e atualização de feições GIS z.aware. Você está apto a:
    • Iniciar Edição, Parar Edição, Salvar Edição, usar as funções Undo e Redo e fazer o gerenciamento de outras tarefas em edições 3D. O ambiente de Snapping também é suportado assim como as opções de criação usando precisão paralela, perpendicular, deflecção e absoluto XYZ, entre outros;
    • Criar e apagar feições individualmente. Isto inclui a criação e o armazenamento de linhas verticais no geodatabase;
    • Mover, Rotacionar, escalar e redesenhar geometria (alto nível de edição). Isto inclui as opções e habilidades para desenhar modelos 3D diretamente com visualização 3D, assim como funções de multipatch e por fim mover/escalar/rotacionar modelos de superfície.

Há também ferramentas adicionais para criação e manutenção de dataset do tipo Terrain e para edição de TIN. Há uma barra de edição para TIN no ArcMap.

  • Tabela de Atributos – A tabela de atributos está agora “dockable” podendo ser ocultada. Várias tabelas também podem ser abertas ao mesmo tempo.
  • GeoProcessing – Poder rodar o geoprocessamento em background e continuar a trabalhar no ArcMap normalmente é a grande novidade para geoprocessamento. Há também uma nova janela para apresentação de resultados, bem como novas funções e melhorias no desempenho.
  • Temporal Mapping – O Mapa é agora “time aware”, ou seja, é possível fazer análises temporais e comparar a evolução ao longo do tempo e ilustrar através de animação.
  • Imagery - Algumas ferramentas da extensão Image Server foram migradas para o core de funcionalidades do Desktop. Isto permite que mosaico de dados raster sejam facilmente criados e gerenciados através do Geodatabase.

Um pacote de ferramentas para processamento de imagens está disponível diminuindo assim a necessidade de softwares nativos desta natureza. As novas capacidades para trabalhar com imagens estão disponíveis também através do Geoprocessing permitindo a criação de processos e fluxos de trabalho para automatizar a manipulação e o gerenciamento das imagens.

  • Map and Layer Packages – Uma forma muito simples de salvar e compartilhar seus dados e mapas com outros usuários através do ArcGIS.com
Mais informações: http://www.img.com.br/arcgis10/faq.html

06/12/2010

03/12/2010

Municípios do Pará se comprometem com desmatamento zero na Amazônia

Nota do blog: A fonte das informações é Globo Amazônia e as imagens foram elaboradas por mim.

Regra pede que cidades regularizem 80% das áreas até junho de 2011.
Produtores terão prorrogado prazo para pedir licenciamento ambiental.


As prefeituras de Água Azul do Norte, Pacajá, Paragominas, Santa Maria das Barreiras, Xinguara e Santana do Araguaia assinaram nesta semana um termo de compromisso pelo desmatamento zero nos muncípios, segundo o Ministério Público Federal do Pará (MPF-PA), que elaborou a proposta.

Pelo novo acordo, as prefeituras se comprometem a controlar suas atividades produtivas de forma a não desmatar a floresta amazônica. Também concordam em garantir que produtos como carne, leite, grãos e madeira tenham origem ambientalmente corretas e socialmente justas, ou seja, sem envolver o contrato de trabalhadores em condição análoga à escravidão.

Outra norma prevista no acordo é que os municípios tenham, até junho de 2011, pelo menos 80% de suas áreas registradas no Cadastro Ambiental Rural (CAR), documento que regulariza, entre outros fatores, os limites das propriedades e a localização de sua reserva legal.

A assinatura do novo acordo aumenta o prazo para o licenciamento. Propriedades com mais de 3 mil hectares terão até o fim de agosto de 2011 para serem regularizadas, enquanto as que têm entre 500 e 3 mil hectares terão prazo final até dezembro do mesmo ano. Propriedades menores de 500 hectares poderão ser regularizadas até junho de 2012, de acordo com o MPF.

Feira Internacional de Ciência e Tecnologia da Amazônia

Discutir a Ciência e a Tecnologia no Estado do Pará por meio da realização da “Feira Internacional de Ciência e Tecnologia da Amazônia” é a oportunidade que o Governo do Estado encontrou, através da Secretaria de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (SEDECT) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (FAPESPA), com apoio da Empresa de Processamento de Dados (PRODEPA), para divulgar, fomentar e fortalecer os avanços obtidos por meio da Ciência, Tecnologia e Inovação em áreas do conhecimento consideradas prioritárias para o desenvolvimento sócio-econômico da Amazônia.

A expectativa é mais de mil pessoas participem do evento, entre empresários, a comunidade acadêmica, instituições, governos e sociedade. Serão mais de 30 palestras e 08 minicursos, além de uma feira com a exposição de produtos em 20 estandes.

As inscrições serão gratuitas e dão direito à participação em um minicurso. A Feira terá ainda oficinas, com limites de vagas. Todos os participantes receberão, após o evento, um certificado de participação, que será disponibilizado online.
A proposta do evento é apresentar as ações realizadas no Estado do Pará e na Amazônia com a implantação do Sistema Paraense de Inovação. Outro assunto relevante são as recomendações feitas após a realização das Conferências Regionais e do Fórum de CT&I, que aos poucos vem tomando corpo com a realização de vários eventos e atividades relacionadas ao tema.

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