27/09/2010
Parceria com agricultores do Pará marca entrada da PBio no mercado europeu
Visualizar 1º Pólo de Produção do Projeto Belém em um mapa maior
Petrobras Biocombustível assinou, na última quarta-feira (22/9), em Tailândia (PA) contratos para implantaçao do 1º Pólo de Produção do Projeto Belém, em sua primeira fase, para plantio de seis mil hectares e mais de 1 milhão de mudas de palma a serem plantadas em parceria com agricultores do município de Tailândia.
Para o presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, a assinatura dos contratos de arrendamento de terra representa o início da presença de longo prazo da Petrobras Biocombustível no Pará. “Chegamos ao município de Tailândia para construir uma relação de confiança com a população local. Este é um grande exemplo para o Brasil e para mundo de que podemos construir um projeto correto e sustentável ambientalmente.”
O diretor de Suprimento Agrícola, Janio Rosa, destacou o impacto do projeto na geração de empregos “Vamos gerar mil postos de trabalho direto ao final da implantação das duas etapas do projeto, que abrangerá 12 mil hectares, envolvendo agricultores familiares, médios e grandes produtores, técnicos agrícolas e ambientais, engenheiros agrônomos e ambientais”, disse o diretor, complementando que estes profissionais receberão treinamento, formando assim mão-de-obra qualificada na região.
Com investimentos previstos de R$ 554 milhões, no Brasil, o Projeto Belém prevê a produção de 300 mil toneladas de óleo de palma, no Estado do Pará, que será destinado à produção de green diesel em Portugal. O empreendimento, em parceria com a empresa portuguesa Galp Energia, é voltado para a produção de 250 mil toneladas/ano deste biocombustível e marca a entrada da Petrobras no mercado europeu de produção de biocombustíveis.
O projeto Belém prevê a instalação de quatro complexos industriais de extração de óleo de palma, com unidades de cogeração de energia, instalações de tancagem para exportação e de uma usina de produção de green diesel no distrito de Sines, ao sul de Portugal.
As primeiras áreas, que serão arrendadas, alcançarão em torno de 6 mil hectares, em Tailândia, e serão destinadas à implantação de palmares com o plantio de cerca de 1 milhão de mudas. O plantio das mudas nestas áreas está previsto para começar em janeiro de 2011 e o início da colheita a partir de 2015.
O projeto abrangerá os municípios de Tailândia, Tomé-Açu, Moju, Acará, Concórdia do Pará, Bujaru e Abaetetuba. Além das áreas arrendadas, o projeto envolverá cerca de 1.000 agricultores familiares, além de gerar 5 mil empregos diretos.
A estratégia de suprimento da unidade de biodiesel prevê o plantio de palma em áreas desmatadas. Com isso, o projeto trará benefícios ambientais, com a recuperação destas áreas, proporcionando proteção de solo, equilíbrio ecológico e a reintegração econômica destas regiões, além de contribuir para a redução de gases de efeito estufa no ciclo de produção do óleo vegetal e na produção de biodiesel.
O evento contou com a presença do presidente da Petrobras Biocombustível, Miguel Rossetto, do diretor de Suprimento Agrícola, Janio Rosa, do secretário de Estado de Projetos Estratégicos, Marcílio Monteiro e lideranças do município de Tailândia.
Fonte: http://www.biodieselbr.com/
16/09/2010
Google Earth permitirá acompanhamento da apuração nas eleições de outubro
Inovações à parte!
As geotecnologias existentes sempre têm uma resposta rápida e certeira quando se fala em demonstrar resultados ligados a um determinado ponto no planeta.
Quando comecei a trabalhar nesta área, por mais engraçado que isso possa parecer, eu já ficava imaginando os vários usos possíveis para cada ferramenta nova que eu buscava conhecer. Hoje tenho certeza que qualquer empresa que queira utilizar-se da geotecnologia existente buscando melhorar seus resultados e consequentemente inovar em sua relação com o cliente – vai certamente encontrar uma resposta que atenda as suas demandas.
Os eleitores brasileiros terão mais uma ferramenta para acompanhar de perto o pleito deste ano. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) fechou uma parceria com a Google para que o programa Google Earth exiba, em tempo real, dados da apuração dos votos para presidente, governador e senador.
A ferramenta interativa ficará disponível por meio de um link no site do TSE após o início da contagem dos votos, no dia 3 de outubro. Uma vez acessado o programa, o eleitor poderá clicar em cada uma das 26 capitais mais o Distrito Federal para acompanhar os últimos números referentes à disputa local.
Ao clicar em determinado estado, o programa apontará para um ponto turístico da capital e exibirá dados dos dois candidatos mais votados para governador e senador, além da porcentagem de urnas apuradas até o momento do acesso. Os dados sobre a disputa presidencial serão mostrados quando o eleitor clicar em Brasília.
Fonte: Agência Brasil
06/09/2010
Focos de incêndio causam nuvem gigante e ofuscam satélite no Pará
Visualizar Cumaru do Norte em um mapa maior
Focos de incêndio no município de Cumaru do Norte, no Pará, acabaram gerando uma nuvem com quilômetros de diâmetro nesta semana. O tamanho da nuvem foi suficiente para influenciar o registro de imagens por satélites usados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
'A nuvem gerada foi imensa, com mais de 10 quilômetros de diâmetro e atingindo vários quilômetros de altura', observou Alberto Setzer, que está à frente do sistema de monitoramento de queimadas do Inpe. De acordo com ele, o tipo de nuvem gerada é conhecida como pirocúmulus.
'Vários satélites detectaram o ocorrido. Um deles, mesmo estando a mais de 30.000 quilômetros de distância, teve o sensor ofuscado pela quantidade exagerada de calor gerado, o que causou a repetição dos focos na mesma linha, o que é muito raro', explica Setzer.
Cumaru do Norte é o segundo município que teve mais focos de incêndio no Pará durante o mês de agosto. Foram mais de 10 mil focos de queima no período, considerando a medição por todos os satélites disponíveis no Banco de Dados de Queimadas do Inpe. A cidade só ficou atrás de São Félix do Xingu, que teve quase 20 mil focos de incêndio no mesmo período.
Fonte: G1
19/08/2010
Descoberta no Maranhão viabiliza gasoduto no Pará

O anúncio na quinta-feira passada, pelo empresário Eike Batista, da descoberta de uma gigantesca reserva de gás natural na bacia do rio Parnaíba, no Maranhão, vai ajudar a tornar realidade o projeto do governo paraense de diversificar a matriz energética do Estado. Dois projetos estão em curso neste sentido: a construção de um terminal de regaseificação em Barcarena, para uso de gás natural liquefeito, e um gasoduto que sairá de Açailândia, no Maranhão, irá até Marabá e também a Barcarena, abastecendo outros polos econômicos importantes, como o de Paragominas. É este projeto do gasoduto que praticamente se confirma com a descoberta anunciada esta semana.
"Nos estudos e prognósticos feitos nos últimos meses sobre o gasoduto, o único entrave para a construção era a disponibilidade do gás", informa Fábio Amorim, diretor técnico e operacional da Gás do Pará, estatal encarregada pelo governo Ana Júlia para trazer gás ao Pará, sobretudo aos polos de Marabá, Barcarena e Belém. "Com a descoberta na bacia do Parnaíba, não há mais nenhum impedimento relevante para a viabilização do gasoduto."
Desde o primeiro mês do governo Ana Júlia, o governo do Estado se empenha em trazer gás natural ao Pará, como forma de viabilizar energia mais barata e limpa e aumentar a competitividade da indústria. A governadora defendeu em reunião de Mercosul, já em janeiro de 2007, a construção do gasoduto Brasil-Venezuela, que cruzaria todo o Brasil, chegando à Argentina via Patagônia. Existe um protocolo assinado pelos presidente Lula e Chávez, mas o projeto, de 23 bilhões de dólares, avança lentamente, sobretudo por causa de impedimentos ambientais.
O governo do Estado então passou a fazer estudos de viabilidade econômica e ambiental de outros projetos. O principal deles seria estender o gasoduto que está sendo construído em nível nacional e cujo ponto final estava previsto para Açailândia, no Maranhão. O objetivo inicial era trazê-lo ao Pará, mas o projeto esbarrava na mais básica das questões: a oferta de gás diminuía cada vez mais no Brasil, com várias termelétricas operando com o sinal vermelho aceso, riscos de racionamento e engavetamento de projetos de expansão da oferta. (O LIBERAL)
12/08/2010
VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER, NÃO!!!

Até quando nós homens iremos tolerar esta aberração que é a violência contra tão dignos seres humanos?
Esse cara é muito bom mesmo! Parabéns ao
WILMARX
10/08/2010
Vem aí a ferrovia Norte-Sul - Mapa

TRANSPORTE - Governo abre licitação para contratar estudos do trecho Açailândia a Barcarena
O Ministério dos Transportes publicou na quinta-feira passada, nos principais jornais do país, aviso de licitação para contratar uma empresa especializada para elaborar os estudos de viabilidade técnica, econômica e ambiental da ferrovia Norte-Sul, trecho Açailândia (Maranhão) a Barcarena (Região Metropolitana de Belém). É a concretização de uma das principais reivindicações da governadora Ana Júlia ao governo federal, com o fim de garantir infraestrutura para atração de grandes empreendimentos e aumentar a competitividade das empresas instaladas no Pará com a redução dos custos com transporte.
Para o titular da Secretaria Estadual de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (Sedect), Maurílio Monteiro, a importância da ferrovia deve ser analisada num contexto das grandes distâncias e do custo dos principais insumos que caracterizam a economia paraense. "As distâncias precisam ser integradas, potencializando os efeitos de aglomeração", diz o secretário. "Por isto as ações diretas do governo do Estado na área do desenvolvimento se articulam a partir dos três principais centros regionais - a Região Metropolitana de Belém e os municípios de Marabá e Santarém."
Também os principais insumos da produção industrial – entre eles, a matéria-prima e a energia elétrica – mereceram do governo do Estado medidas de potencialização: "Junto com o governo federal, criamos as condições para a implantação de uma siderúrgica em Marabá, valorizando minério de ferro, e também, no caso de Belo Monte, garantimos que 10% da energia produzida se destine a autoprodutores, com o fim de aumentar a competitividade da indústria do Estado", avalia Maurílio Monteiro.
Nesse contexto, a ferrovia Norte-Sul assume dupla importância: ajuda a integrar as distâncias e torna a economia do Estado mais competitiva, especialmente das regiões Leste, Sul e Sudeste.
A construção das eclusas de Tucuruí (com previsão de inauguração em setembro próximo) vai viabilizar a hidrovia do Tocantins (que começa a operar no primeiro semestre de 2011). Estas obras de logística são reforçadas com o asfaltamento das principais vias (como a Santarém-Cuiabá e a Transamazônica), a construção de uma infovia, para transmissão de dados por fibra óptica (pelo programa NavegaPará) e ampliação do porto de Vila do Conde e a construção de um terminal de contêineres em Belém.
"Estas obras reduzem em cerca de 15% o custo global, em todo o Estado, com a logística de transportes", informa o secretário Maurílio Monteiro. "A ferrovia Norte-Sul se insere neste contexto potencializando a economia do leste do Estado. Vai baixar os custos gerais do escoamento da produção de vários municípios e permitir a atração de grandes empresas."
Entre os empreendimentos que podem ser confirmados está a fábrica de celulose programada pelo Suzano, que prospecta área para se implantar no Pará e, entre outras reivindicações, necessita da ferrovia para escoar a produção.
"Com a hidrovia do Tocantins e agora a ferrovia Norte-Sul, grande parte dos grãos do Centro-Oeste, especialmente a soja, podem ser exportados via porto de Vila-do-Conde, em Barcarena, que já foi ampliado e, agora, ganha ainda mais razões para ser duplicado, com a construção do Terminal 2", avalia o secretário.
O trecho Açailândia-Barcarena da Ferrovia Norte-Sul terá em torno de 500 quilômetros e, pelo cronograma (após os estudos técnicos e ambientais, as audiências públicas e emissão de todas as licenças), deve começar a ser construído em junho de 2011. (Fonte: ORM)

