02/09/2009

IBGE utilizará GPS no Censo Demográfico 2010

Os GPS’s que serão utilizados pelo IBGE, servirão para dar apoio à localização dos recenseadores, pois o IBGE está migrando a Base Territorial e o Cadastro Nacional de Endereços para Fins Estatísticos – CNEFE, para um ambiente gráfico estruturado em bancos de dados geoespaciais, que serão inseridos nos aparelhos.

De posse destes GPS’s devidamente atualizados, o trabalho dos recenseadores para localização de endereços, será muito facilitado. Agora o que precisamos saber é o se a base cartográfica está realmente atualizada, pois caso a mesma não esteja, isso poderá tem um efeito contrário.

Como nestes casos o trabalho é feito por setores censitários, seria muito interessante utilizar alem desta base cartográfica e do Cadastro de Endereços, uma imagem de satélite de alta resolução, com uma opção para habilitar e desabilitar e mesma.

Imagens novas no Google Earth para Belém

Em um de meus acessos ao GE percebi que houve uma atualização nas imagens que cobrem Belém (PA). Dá pra ver, por exemplo, o Portal da Amazônia (-1.469631°, -48.503333°), as obras do Elevado da Júlio Cesar (-1.408522°, -48.464429°), o entroncamento (-1.406266°, -48.435352°), entre outros equipamentos urbanos que não apareciam nas imagens anteriores.

É válido ressaltar que as imagens são de uma qualidade muito boa, o que é de grande importância para os trabalhos realizados nos cursos de Geografia, Arquitetura, Engenharia Civil, entre outros que utilizam imagens de satélite para realizar seus levantamentos de campo ou para espacializar suas pesquisas e TCC’s.

Bom trabalho e boa viajem a todos.

01/09/2009

UNIVERSIDADES DO PARÁ AVALIADAS PELO MEC

Apenas 21 entre as 2.000 instituições de ensino superior avaliadas em 2008 pelo MEC (Ministério da Educação) obtiveram nota máxima no IGC (Índice Geral de Cursos da Instituição). O indicador, que foi divulgado pela primeira vez no ano passado, atribui notas às faculdades e universidades levando em consideração a qualidade dos cursos de graduação e pós-graduação. De acordo com a pontuação, as instituições são classificadas em faixas que vão de 1 a 5.

No Brasil, do total das instituições avaliadas, 884 (44%) obtiveram IGC 3, considerado razoável. Dezoito instituição ficaram com IGC 1 e 570 com IGC 2, considerados ruins, o que representa quase 30% do universo de entidades avaliadas.

No Estado do Pará foram avaliadas quatro universidades sendo uma privada (UNAMA), uma estadual (UEPA) e duas federais (UFPA e UFRA). Destas, a privada ficou com IGC 2, e as outras três com IGC 3.

Veja no link a lista com todas as universidades avaliadas pelo MEC, e um quadro com as universidades no Estado do Pará:

http://media.folha.uol.com.br/educacao/2009/08/31/mec_igc_1.pdf



Clique na imagem para ampliar

Fonte: Folha On Line

26/08/2009

Vaga para Geógrafos com mestrado

A UFPI tem uma vaga para professor na área de Topografia e Geoprocessamento, destinada geógrafos Doutores ou Mestres.

Mais informações no site da instituição: http://www.ufpi.br/
e também neste comunicado em pdf: http://www.ufpi.br/concursoufpi/arquivos/file/downloads/reuni_2-2009_ed.14/comunicado-II.pdf

Por: Elton Jean Peixoto

20/08/2009

Uso do GPS já rende histórias curiosas no trânsito

Qua, 19 Ago - 14h45

Por Tatiana de Mello Dias

São Paulo, (AE) - Ele diz que a história é longa demais para ser contada, mas por algum motivo da vida o vendedor Oswaldo Furquim precisou largar a profissão. Depois de 17 anos visitando fábricas, virou taxista. Acostumado a rodar pelos bairros industriais e pelas periferias da cidade, ele não conseguia se achar no Centro, onde ficava o ponto. Nenhum cliente queria andar no táxi dele - todo mundo sabia que, mais cedo ou mais tarde, o taxista acabaria se perdendo. Então, no início de 2007, que tudo mudou: Furquim comprou um GPS.

"Eu uso todos os dias porque não consigo decorar os caminhos. Aliás, sempre tive um problema em decorar coisas, até na escola", diz Furquim. O apreço pelo brinquedo é tanto que rendeu a ele um novo apelido dos clientes: GPS. Furquim é uma dessas pessoas que se acostumaram à segurança de ter seu entorno sempre traçado.

GPS, o taxista, não gosta da voz do aparelho GPS, mas há quem curta. Um deles é o arquiteto Fabio Ferrero, que gosta tanto que até batizou o GPS do celular: "Gina Pereira da Silva", muito prazer. "Faz tempo que eu não abro o guia de papel dentro do carro. Se eu vou para um lugar desconhecido, ligo a Gina", brinca. "Às vezes ela é meio confusa, mas acaba dando certo".
Ferrero acaba de voltar da Europa. Levou a mulher e, claro, a "Gina". Tratou de baixar os mapas atualizados das cidades e usou também um tracker, onde marcou os caminhos que fez para depois jogá-los no Google Earth. "Gina" só foi inútil para procurar a cidade italiana de Miliano, onde Ferrero precisava encontrar documentos. Mas tudo bem, "Gina" está desculpada: segundo ele, aquela é a menor cidade da Itália.
O arquiteto prefere a voz feminina no GPS. Às vezes se irrita e solta um "cala a boca, ‘Gina’", especialmente quando ela o manda dar duas voltas em rotatórias ou virar em ruas inexistentes. "A gente fica burro, porque faz o que ela manda. Quando vejo uma placa, não acredito nela, confio na ‘Gina’", ri.

O empresário Aguinaldo Delgado, que se guia pelo GPS desde que morava na Europa, já foi orientado a entrar em uma favela. Embora atualize o aparelho com frequência, ele seguiu o GPS e acabou entrando em um lugar em que, um dia, já existiu uma rua - mas que hoje está tomado por barracos. "Me perdi, dava volta e não tinha jeito. Desliguei o GPS, parei e tive que perguntar o caminho para um caminhoneiro", diverte-se ao lembrar.

Para o já experiente Furquim, só o GPS não ajuda ninguém a se encontrar - tanto é que, de seus companheiros de ponto, só ele se adaptou à tecnologia. O taxista admite que está com duas atualizações atrasadas e já chegou a entrar com o carro em uma contramão. Nada, porém, que o fizesse abandonar o aparelho. "Existe uma margem de erro. Eu sei que eles trabalham para chegar à perfeição", diz.

A principal recomendação do taxista é que os motoristas procurem dar uma olhada no mapa para ter uma noção do lugar para onde vão. É o que faz, mesmo sem conhecê-lo, a estudante Gabriela Hesz.

"Eu nunca confio 100% no GPS", explica ela. Mesmo assim, Gabriela acha que o aparelho deixa a direção mais segura. Motorista há três anos, a estudante vive em Santo André e todas as vezes em que precisa ir a São Paulo usa o aparelho para não se perder na metrópole. Além de se localizar, o aparelho também a avisa onde estão os radares de controle de velocidade - para isso, ela instalou um programa no aparelho. E com a voz, há alguma relação especial? "Eu acho um pouco irritante, mas como estou dirigindo não dá para prestar atenção na tela".

Fonte: Agência Estado

05/08/2009

Termos de cooperação viabilizam realizações de pesquisa científica - SEDECT/FAPESPA - IESAM, CEULS/ULBRA e IESPES

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (FAPESPA), o Estado através da Secretaria de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia (SEDECT) firmam termos de cooperação técnica com o Instituto de Estudos Superiores da Amazônia (IESAM), Centro Universitário Luterano de Santarém (CEULS/ULBRA) e com o Instituto Esperança de Ensino Superior (IESPES). O objetivo do termo é a atuação conjunta visando propiciar o atendimento da estratégica de governo na realização de projetos de pesquisa científica, tecnológica e/ou de inovação. Os termos de cooperação têm vigência pelo prazo de cinco anos, contados a partir de suas publicações no Diário Oficial do Estado.

Acesso do termo no endereço: http://www.ioepa.com.br/site/includes/mostraMateria.asp?ID_materia=322870&ID_tipo=21